Bem Estar para 2017: prepare meticulosamente o novo ano!

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Category : Bem-estar

f52cee1f-e4b5-480a-a32d-b327867d87edEis que perante um novo ano que começa, já fizemos um balanço do que passou e preparamos com entusiasmo uma nova etapa: nada como agarrar a oportunidade para estabelecer o compromisso de fazer melhor, mudar o rumo, programar objectivos concretos, alcançar metas; a atitude é essencial e o poder da mente é bem maior do que pode imaginar!

É fantástico porque chegamos a esta altura e todas as possibilidades estão em aberto, a vontade de fazer mais e melhor é evidente. A visão é clara, o ano que vem será sempre melhor do que o que passou! Este ano chega agora ao fim, trouxe desafios, alguns mais difíceis mas, com esperança e confiança, projectamos que o novo ano entre no caminho certo que  nos aproxima das nossas metas. Este tempo de transição de um ano para outro apresenta-se sempre como a oportunidade de delinear os objectivos, aquilo que queremos mesmo fazer e para isso nada como, numa folha em branco, escrever exactamente quais as metas a atingir.

Há que escolher, o bem estar é mesmo uma escolha; não caia na tentação do pessimismo pois certamente, o mal que acredita que está para vir, chegará. Também poderá ficar na espectativa, sem que esteja muito claro o que virá, a vida fará as suas curvas, terá os seus altos e baixos, com mais ou menos impacto conforme quiser deixar que isso lhe afecte muito ou pouco… Melhor mesmo é decidir como quer que seja, e fazer tudo para que seja melhor. Inspire-se naqueles que fazem bem e melhor.

Em linguagem de marinheiro, para não andarmos à deriva e podermos chegar a bom porto, é importante termos um destino, aprovisionarmo-nos, estabelecer um curso, traçar uma rota, definir uma data de chegada e… soltar as amarras. Poderemos cruzar a fúria dos oceanos, as calmarias dos trópicos, navegar por mares nunca antes navegados mas sempre com a  determinação de cumprir a missão e a vontade de alcançar o destino definido, chegar a bom porto.

Defina os seus objetivos, solte as amarras e Bom Ano de 2017, cheio de bem estar!

 

 

 

Eis que mais de 3 milhões de visitas depois continuamos a celebrar o Bem Estar!

Category : Bem-estar

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Decididos num rumo a dois na área do bem estar lançámos um dia o nosso blog apregoando aos quatro ventos O bem estar é uma escolha. Tome as decisões certas!

Hoje, mais de três milhões de visitantes já passaram por aqui e encontraram ideias, práticas, caminhos, soluções para o seu bem estar. Se ainda não se apercebeu, há pequenos milagres que estão simplesmente ao alcance de cada um de nós e dependem da sua vontade: pondo amor em tudo o que faz, cuidando da sua alimentação, dando umas boas gargalhadas, fazendo mais e melhor por si e pelos outros, partilhando…

Obrigada a todos os nossos leitores que ao passarem por aqui encontram uma luz no seu percurso de bem estar. Bem Hajam!

Lembre-se, o seu bem estar e daqueles que estão perto de si depende, em grande medida e sobretudo, de si.

O bem estar passa mesmo por aqui

A vida perpetuada na memória…

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Category : Informação

12715539_1115131451838681_5998832450289842863_nPara quem tem realmente fé, morrer não é perder a vida, é trocá-la por uma outra, eterna e numa outra dimensão; esta é para alguns, certamente não é para todos, uma possivel forma de encarar a partida deste mundo, o fim da vida terrena.

É sempre um momento delicado, o sentimento de perda que se tem quando nos confrontamos com a morte física de alguém; regra geral lidar com a partida dos que nos são queridos e chegados, família ou amigos, conhecidos ou até pessoas que não conhecemos pessoalmente mas ouvimos falar, como não ficar triste, sentir a dor?! Complicado sem dúvida quando não se sabe bem lidar com a tristeza profunda; por vezes é mesmo o passar do tempo que ajuda a sarar a dor, porque a saudade fica sempre e a memória mantem-se no coração, em fotografias, em estórias que ficaram para contar. Se pensarmos, é curioso como esta é a forma da pessoa que partiu permanecer viva entre nós, de cada vez que é lembrada, de cada vez que se contam estórias, de cada vez que se partilham fotografias e momentos vividos. Assim se perpetua a sua vida no tempo terreno, assim se passa de geração em geração a memória de antepassados, de amigos, de figuras conhecidas, de ídolos.

Quem não gosta de relembrar momentos, estórias divertidas, viagens, tanta coisa que fica para poder partilhar com outros e que, na maioria das vezes, com o tempo vão caindo no esquecimento…

Online já podemos encontrar um site de memoriais, o RIPACE onde é possivel o usuário registar uma pequena biografia de alguém que já partiu, para já apenas memoriais públicos de acesso a todos, de pessoas mais ou menos conhecidas; em breve terá novas funcionalidades como o poder criar memoriais privados que queira para partilhar só em familia, ou com amigos, ou com colegas de trabalho, de escola etc. Ao criar um memorial de uma avó, de um irmão, de um colega etc., poderá partilhar com um grupo restrito de pessoas mais próximas, perpetuando a sua vida em fotografias, inumeras estórias contadas por aqueles com quem conviveu, coisas que com o tempo têm tendência a dispersar ou a perder.

Faz sentido manter viva a memória de quem já partiu seja como homenagem, seja para perpetuar a sua vida. Passe pela pagina no facebook ou faça uma visita ao passado que se prolonga no presente e no futuro em ripace.com

O bem estar também passa por aqui

 

 

 

 

Teresa de Saldanha, o lema e a prática: fazer o Bem, sempre.

Category : Notícias

I14Passaram, no dia 8 deste mês de Janeiro, 100 anos que Madre Teresa de Saldanha partiu da vida terrena onde deixou uma obra, já na época, de grande alcance.  Tivemos o privilégio de acompanhar este fim de semana a extraordinária comemoração em sua homenagem organizada pelas irmãs Dominicanas em Fátima, com uma missa celebrada pelo Senhor Cardeal D. Manuel Clemente na Basílica da Santíssima Trindade, um almoço na Casa das Irmâs Dominicanas e um evento no Centro Pastoral Paulo VI onde, além de vários membros da família Saldanha descendentes do seu irmão e sobrinhos, estiveram alunos da escola de S. José de Benfica e respectivas famílias, assim como representantes de diversas casas da congregação de varios pontos do país, participando igualmente através de gravações em filme, todos os centros espalhados pelo mundo desde Albânia, Angola, Moçambique, Timor, Estados Unidos, Brasil, Paraguai: deveras impressionante! À data da sua morte corria já a fama de santidade de Madre Teresa e até então fundara  27 casas sendo 17 em Portugal, 6 no Brasil, 1 na Bélgica, 2 nos E.U.A. e 1 em Espanha. O seu lema e pratica que tem inspirado tantos, chega ao coração de muitos pelo mundo: fazer o bem, sempre

Actualmente decorre o Processo de Canonização de Madre Teresa de Saldanha: aberto em Portugal a 6 de Novembro de 1999 encerrou a 17 de Novembro de 2001 e foi posteriormente entregue em Roma a 14 de Fevereiro de 2002.

A sua vida foi marcante pela obra que deixou e hoje, passado tanto tempo já, os frutos da sua fé, entrega e perseverança continuam a chegar a tantas pessoas. Numa época em que não era nada comum uma senhora tomar as rédeas de qualquer iniciativa que fosse e nem sequer seria bem vista ao fazê-lo, num tempo em que a própria igreja estava enfraquecida, Teresa de Saldanha foi a primeira mulher fundadora de uma congregação religiosa em Portugal após o regime liberal ter decretado a extinção das ordens religiosas em 1834.

De personalidade forte, determinada, organizada, uma notável capacidade de liderança e de trabalho, culta e piedosa, imprimiu os seus valores em todas as acções que realizou ao longo da vida, movida pela sua grande paixão a Deus e dedicação aos mais desprotegidos tendo-se tornado numa grande figura feminina que se adiantou ao seu tempo.

Proveniente de uma família nobre, Teresa nasceu no dia 4 de Setembro de 1837 no Palácio da Anunciada, na Rua das Portas de Santo Antão em Lisboa. Filha de João Maria do Sacramento de Saldanha Oliveira Juzarte Figueira e Sousa e de Isabel Maria de Sousa Botelho, terceiros condes de Rio Maior, foi baptizada no dia seguinte ao seu nascimento na Capela do Palácio da Anunciada e, em 1848, fez a Primeira Comunhão no altar de Nossa Senhora da Conceição, na Igreja dos Inglesinhos, em Lisboa.

De estado de saúde débil e preocupante Teresa foi acompanhada desde cedo com a permanente presença e dedicação da mãe que teve um papel preponderante na sua orientação ensinando-lhe letras (português, história, francês, inglês e alemão), os princípios da música e da arte colaborando com professores particulares escolhidos por si e  iniciando-a na prática da misericórdia através da Associação de Nossa Srª Consoladora dos Aflitos que fundou em 1849 dedicada ao socorro das famílias que viviam na pobreza.

Em 1855, com dezoito anos, ao pintar o Ecce Homo, Teresa sentiu o primeiro apelo místico e fez voto de castidade e um ano mais tarde redigiu um escrito onde declarou claramente a sua opção de exclusividade a Deus e ao serviço dos pobres.

Dirigiu o Colégio de Stª Marta para Meninas Pobres, apoiado pelas Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo uma comunidade de freiras francesas que se encontravam em Portugal exercendo a sua missão de atender aos pobres e desprotegidos. Em 1859 fundou em Lisboa com algumas amigas e dirigiu durante toda a sua vida a Associação Protectora das Meninas Pobres com Estatutos aprovados pela Santa Sé, a 21 de Abril de 1863, que veio a estar na origem da fundação, daquela que teve depois grande alcance pelo mundo, a Congregação Portuguesa das irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena em 1868.

Dedicou-se assim à educação de crianças pobres, à alfabetização e promoção de raparigas operárias através de aulas externas trabalhando  em grande medida com as irmãs da caridade francesas que, subitamente em 1862, foram expulsas de Portugal, deixando Teresa inconformada com a situação que abria uma grande lacuna assistencial. Teresa já tinha manifestado à sua mãe o desejo de ser religiosa e à sua cunhada, a Marquesa de Rio Maior, a intenção de ingressar nas Irmãs da Ordem Terceira de S. Domingos, em Stone/Inglaterra onde já tinha sido aceite contudo, o pai opusera-se completamente à sua saída para o estrangeiro; ao mesmo tempo ela própria via a necessidade do seu país e o chamamento de Deus em fundar uma congregação que se dedicasse ao serviço dos mais pobres e desfavorecidos da sociedade.

“Cheia de desejos de me consagrar ao serviço de Deus, vendo grandes dificuldades em obter dos meus pais licença para deixar para sempre Portugal; vendo também a necessidade de estabelecer em Portugal uma ordem religiosa ativa, que se ocupasse de pôr em prática todas as obras de misericórdia, comecei a pensar profundamente no ano de 1864, tinha eu 27 anos de idade, como seria possível pôr em prática os meus ardentes desejos, seguindo em tudo e por tudo a Vontade de Deus… Mas Deus que me inspirava estes desejos e que sabia bem o meio de os pôr em prática, olhava sem dúvida para mim com ternura, do alto da Sua grandeza, servindo-se das minhas dúvidas e vendo ser fácil o que a mim me parecia impossível! 

(Notas particulares da M. Teresa de Saldanha)

68040_372960279448757_627999955_nSó em 1887 conseguiu realizar o seu sonho quando tomou o Hábito e iniciou o Noviciado a 18 de Abril com o nome de Irmã Teresa Catarina Rosa Maria do Santíssimo Sacramento. Fez a Profissão Religiosa a 2 de Outubro e foi nomeada a primeira Superiora Geral da congregação a 9 de Novembro, com licença especial de Breve de 21 de Dezembro de 1887 emitida pelo Papa Leão XIII. Estes acontecimentos culminaram com a tomada de posse do cargo de Superiora Geral no dia 15 de Janeiro de 1888 e, mais tarde, em 2 de Outubro de 1892, com a Profissão Perpétua.

Teresa de Saldanha distinguiu-se também na pintura onde aprendeu com os mestres Mr. Leberthais (carvão) e Tomás José da Anunciação (aguarela e óleo), revelando grande talento para pintar paisagens, retrato ou motivos profanos e uma preferência pela iconografia religiosa. Deixou obras de grande qualidade pictórica que foram estudadas por alguns especialistas, como António Quadros numa conferência proferida em 1988, nos 150 anos do seu nascimento, na Fundação Calouste Gulbenkian, intitulada Romantismo e Misticismo na Pintura de Teresa de Saldanha. Destacam-se nas suas obras: dois auto-retrato e vários retratos de família (primeiros carvões, 1851), Ecce Homo (1855-1856), carvões, aguarelas e óleos (1856), Painel do Sagrado Coração de Jesus e S. João Baptista (Goa, 1865), Santa Brígida (Convento das Inglesinhas, 1865), Nossa Senhora e o Menino Jesus (Hospital de S. Luís das Irmãs da Caridade Francesas, 1865), Painel em honra da Beata Maria dos Anjos (1865), as últimas produções pictóricas (1869), a Mater Dolorosa e Santa Rosa de Viterbo.

Deixou também um grande espólio literário de escritos pessoais e de circunstância, nomeadamente notas autobiográficas e das suas memórias, orações, cartas, relatórios e contas. Morreu com fama de santidade numa pequena casa alugada na Rua Gomes Freire, n.º 147, em Lisboa, no dia 8 de Janeiro de 1916 com setenta e oito anos, completamente despojada dos seus bens que lhe tinham sido retirados com a implantação da República. As exéquias foram realizadas na Igreja do Corpo Santo, em Lisboa e o seu corpo foi sepultado no jazigo da congregação no Cemitério de Benfica, na mesma cidade, onde hoje repousa.

A sua memória, que continua viva nos corações tocados pela sua bondade e perseverança, serviu ao longo dos anos de inspiração à realização de diversas comemorações relacionadas com a sua vida e obra e com a congregação que fundou, através da publicação de livros, biografias e artigos, fotografias, conferências, exposições, peregrinações, programas de rádio e televisão, dramatizações.

Fazer o bem, sempre. O bem estar passa por aqui

 

 

 

 

 

 

 

1º Domingo do Advento: abrindo o caminho para o Natal com amor e bem estar

Category : Eventos

CoroaAdventoHoje é o primeiro Domingo do  Advento o tempo durante o qual preparamos a festa do Natal, muito para lá do que é material, mas essencialmente no que representa como festa especial do Amor, da Família, da Fraternidade. Este é o primeiro dos quatro Domingos do  Advento, as quatro semanas em que se prepara o Natal, como a própria palavra indica no seu significado latino adventus que quer dizer chegada. Advento é portanto o tempo de espera  mas também de preparação para o nascimento de Jesus em que os cristãos celebram o Amor, a Família, a Fraternidade.

O tempo do Advento formou-se progressivamente a partir do século IV e já era celebrado na Gália e na Hispânia. Em Roma, onde surgiu a festa do Natal, passou a ser celebrado somente a partir do século VI quando a Igreja  Romana vislumbrou na festa do Natal o início do mistério pascal e era natural que se preparasse também com solenidade, como se preparava a Páscoa embora a Páscoa tenha sido sempre a celebração mais importante. Nessa altura o  tempo do Advento consistia em seis semanas que antecediam a grande festa do Natal. Foi somente com São Gregório Magno (590-604) que esse tempo foi reduzido  para quatro domingos, tal como hoje celebramos.

Um dos muitos símbolos do Natal é a coroa do Advento que, pela sua forma circular, simboliza a esperança e convida à alegria. Ao que se sabe, a coroa teve a sua origem no século XIX no norte da Alemanha e os católicos adotaram mais tarde este costume da coroa do  Advento, já no início do século XX. Na confecção da coroa são usados ramos de  pinheiro e cipreste, as únicas árvores cujos ramos não perdem as folhas no outono  e estão sempre verdes, mesmo no inverno. Os ramos verdes simbolizam a vida que permanece, sinal evidente de Fé e Esperança. Formando um circulo, a coroa traduz o simbolismo da figura sem começo nem fim,  representando a perfeição, a harmonia, a eternidade.

Na coroa também são  colocadas quatro velas referentes a cada domingo que antecede o Natal. A luz vai  assim aumentando à medida que se aproxima o Natal, festa da Luz que é o nascimento de Cristo. A cor das quatro  velas, em quase todas as partes do mundo, é geralmente a cor encarnada se bem que, por vezes, quando se usam velas roxas uma delas é cor de rosa pois no Terceiro Domingo do Advento (Gaudete), assim como no quarto Domingo da Quaresma  (Laetare) celebra-se a Alegria cuja cor litúrgica é o cor de rosa.

Preparemos pois o Natal com amor e bem estar

A outra carta…aquela que é realmente importante este Natal.

Category : Exercício

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O materialismo e o consumismo marcam o nosso tempo e o Natal perdeu, em certa medida, o seu sentido real e profundo. É certo que o estar em família mantém-se como a matriz da festa, à roda de uma mesa onde o bacalhau e o perú são os pratos principais. A Sagrada Família  e específicamente o nascimento de Jesus, é e será sempre a razão pela qual festejamos o Natal.

Mas os presentes tomaram conta do Natal duma forma exacerbada alterando-lhe o verdadeiro sentido. Aqui em Portugal no dia 24 ou no dia 25, conforme os hábitos das famílias, em Espanha no dia 6 de Janeiro, o dia de Reis, receber e oferecer presentes transformaram o grande evento natalício, de tal maneira, que as compras se tornaram num imperativo altamente stressante. Para as crianças é a grande espectativa de receber isto, aquilo e mais aqueloutro. A crise terá refreado um pouco a loucura, mas a ideia, essa continua…

Muito a propósito, a IKEA lançou este ano uma campanha em que se faz o exercício de descobrir o que é realmente importante quando uma criança faz os seus pedidos através de uma carta, em Portugal ao Pai Natal, em Espanha aos Reis (Magos), e uma outra carta aos seus pais…

A esta campanha chamou A outra carta e vale a pena ver… O que é realmente importante?!

Feliz Natal com muito bem estar.

As mães, os filhos e o bem estar.

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Category : Eventos

 

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O Dia da Mãe comemora-se como uma data especial de homenagem a todas as mães e em Portugal celebra-se sempre no primeiro Domingo do mês de Maio; chegou a ser celebrado durante anos a 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, mas nos últimos anos passou a festejar-se no 1º Domingo de Maio, para nós portugueses o mês de Maria mãe de Jesus. A data evoca sempre e antes de mais, a mãe de todas as mães,  Nossa Senhora. Que inspiração de Amor e coragem foi esta mãe!

A data é uma homenagem a todas as mães e serve para, num dia especial que lhe é dedicado, reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães; no seu ventre cada um de nós recebeu o essencial para se desenvolver, na presença e acompanhamento dos pimeiros tempos o alimento, o amor, a segurança, o bem estar fundamental que nos orientou no caminho da vida.

Ser mãe e receber o carinho dos filhos no dia que nos é dedicado é muito especial da mesma forma que o é para nós filhos homenagearmos a nossa mãe, seja com que idade for ou mesmo se ja tiver partido fisicamente deste mundo. Para cada mãe ser mãe é, de cada vez, único e inexpicavelmente especial!

Mãe é mãe e está sempre no coração.

Obrigada Mãe pela vida e enorme legado de amor; para mim a vida não acaba, apenas se transforma e por isso a mãe continua viva e bem viva um bocadinho em cada um de nós os seis filhos e também nos 22 netos ainda que muitos não tenham chegado a cruzar com ela fisicamente…

Deixo aqui em homenagem a cada mãe o poema de José Luis Peixoto

Palavras para a Minha Mãe

mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.

pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

lê isto: mãe, amo-te.

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.

O bem estar também passa por aqui.

A vida, podemos escrevê-la direito mesmo que por linhas tortas: vale sempre a pena!

Category : Gratidão

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A vida, estaremos todos de acordo, é uma enorme benção que cada um recebe sem pedir, uma Graça pela qual só podemos agradecer e, sabendo à partida que por aqui vivemos no mundo terreno num período limitado de tempo, temos mais é de fazer o melhor possível, cada um por si mas também pelos outros.

Sim, claro, nem tudo são rosas mas nem tudo são espinhos também! É mesmo assim, num balanço em que cada um tem uma grande responsabilidade no caminho que vai trilhando, na forma como vai desenhando a sua vida. Há estudos científicos que comprovam como diversos factores, sejam genéticos ou simplesmente exteriores a si,  são determinantes na forma como se desenrola a vida; certo é que cerca de 40‰ do que se passa na sua vida, bastante portanto, é da sua inteira responsabilidade! E como não agradecer a vida que nos é oferecida de bandeja e fazer dela algo de positivo!? Ou mesmo ajudar outros a potenciar a vida deles!? E quantas vezes se escreve torto para sair direito?!

Esta reflexão leva-nos naturalmente também ao polémico tema da interrupção voluntária de gravidez, e longe de querer fazer qualquer julgamento, apenas posso perguntar, como é possível equacionar uma vida já gerada no ventre de uma mulher em pressupostos materiais ou circunstanciais?! Eu sei há casos especiais, casos pontuais, mas generalizar assim? Pelo contrário há que incentivar os nascimentos, ajudar a criar as melhores circunstâncias, acarinhar quem traz dentro de si uma nova vida. A defesa da vida vai muito além do salvar bébés, muitas das vezes trata-se de salvar mães!

Em Washighton, desde há 40 anos quando se legalizou o aborto, que se organiza anualmente a marcha pela vida, tal como aconteceu mais uma vez a semana passada; com a persistência que une quem realmente acredita, desde há quatro décadas a adesão tem vindo a crescer e a diversificar. Aqui se reúnem centenas de milhares de pessoas que sustentam a importância e o valor da vida sob o slogan  Life Counts!  Cardeal Sean O’Malley, secretário-geral do comité pró-vida da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, tem sido uma boa inspiração cuja mensagem vale a pena ouvir aqui

Veja mais sobre a marcha da vida em  March for Life

O bem estar passa inevitavelmente por aqui.

O que é, na vida, realmente importante?

Category : Informação

Em tempo de Advento nunca é demais relembrar os valores, aquilo que na vida, realmente importa. E muito a propósito a Fundação  Lo que de verdad importa  é uma organização que tem por fim sensibilizar o público em geral, promover o desenvolvimento e a difusão dos valores humanos, éticos e morais universais, através de actividades culturais.

Todo este tipo de iniciativas é louvável porque cria uma dinâmica que sempre provoca a mudança para melhor na vida de muitas pessoas mas também naquelas que estão disponíveis para ajudar, dar a mão, fazer a diferença. Queremos aqui deixar já a curiosidade para um acontecimento maior que vai ter lugar em Portugal em breve, dentro de poucos meses.

O QUE VERDADEIRAMENTE IMPORTA reune um conjunto de pessoas extraordinárias e transformadoras, na verdade um grupo ibérico de voluntárias que já está activo em Espanha e vai iniciar também em Portugal o modelo de congressos da Fundação LQDVI – Lo Que De Verdad Importa – na certeza de que se vão juntar milhares de pessoas de todas as idades e gerações para ouvirem testemunhos incríveis de gente espectacular.

Estes congressos são anuais e de entrada livre. Professores e alunos, pais e filhos, gestores e administradores, equipas de profissionais de todas as áreas de especialidade, fiquem atentos porque Março vai ser um mês muito inspirador!

O bem estar também passa por aqui!

 

 

Bem Estar no Advento: preparamos o Natal com Amor

Category : Informação

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Sempre com o espírito do Bem Estar presente relembramos o Advento que hoje começa e durante o qual preparamos a festa do Natal, muito para lá do que é material, mas essencialmente no que representa como festa especial do Amor, da Família, da Fraternidade. Este Domingo é o primeiro dos quatro Domingos do  Advento, as quatro semanas que antecedem o Natal no Ano Litúrgico. A liturgia do Advento caracteriza-se pela preparação, como a própria palavra indica no seu significado latino adventus que quer dizer chegada. Advento é portanto o tempo de espera  mas também de preparação para o nascimento de Jesus em que os cristãos celebram o Amor, a Família, a Fraternidade.

O tempo do Advento formou-se progressivamente a partir do século IV e já era celebrado na Gália e na Hispânia. Em Roma, onde surgiu a festa do Natal, passou a ser celebrado somente a partir do século VI quando a Igreja  Romana vislumbrou na festa do Natal o início do mistério pascal e era natural que se preparasse também com solenidade, como se preparava a Páscoa embora a Páscoa tenha sido sempre a celebração mais importante. Nessa altura o  tempo do Advento consistia em seis semanas que antecediam a grande festa do Natal. Foi somente com São Gregório Magno (590-604) que esse tempo foi reduzido  para quatro domingos, tal como hoje celebramos.

Um dos muitos símbolos do Natal é a coroa do Advento que, pela sua forma circular, simboliza a esperança e convida à alegria. Ao que se sabe, a coroa teve a sua origem no século XIX no norte da Alemanha e os católicos adotaram mais tarde este costume da coroa do  Advento, já no início do século XX. Na confecção da coroa são usados ramos de  pinheiro e cipreste, as únicas árvores cujos ramos não perdem as folhas no outono  e estão sempre verdes, mesmo no inverno. Os ramos verdes simbolizam a vida que permanece, sinal evidente de Fé e Esperança. Formando um circulo, a coroa traduz o simbolismo da figura sem começo nem fim,  representando a perfeição, a harmonia, a eternidade.

Na coroa também são  colocadas quatro velas referentes a cada domingo que antecede o Natal. A luz vai  assim aumentando à medida que se aproxima o Natal, festa da Luz que é o nascimento de Cristo. A cor das quatro  velas, em quase todas as partes do mundo, é geralmente a cor encarnada se bem que, por vezes, quando se usam velas roxas uma delas é cor de rosa pois no Terceiro Domingo do Advento (Gaudete), assim como no quarto Domingo da Quaresma  (Laetare) celebra-se a Alegria cuja cor litúrgica é o cor de rosa.

Preparemos então a celebração de mais um Natal com Amor e Bem Estar.