A vida em azul cueca II

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Category : Blogger Convidado

By MAC, A vida em Azul Cueca

Aqui há tempos, num jantar com amigos, conversa para cá, conversa para lá, até que foi bater à quantidade de sapatos que nós temos de ter e indagou-se porque temos sempre tantos sapatos. E isto pergunta-se, hein? Não é apenas uma questão de bom senso? Só que dei comigo a enumerar as diversas razões, que diga-se de passagem, são para lá de muitas.

Comecei por classificar o calçado em sapatos, botas e sandálias e explicar o mais básico: sandálias só no Verão ou o resto do ano para sair à noite, mas dependendo do tipo de saída e roupa, botas para o Inverno, sapatos todo o ano, mas com algumas condicionantes como as cores. Continuei a explicar que não passava pela cabeça de nenhuma mulher pôr uns sapatos de cores claras no Inverno, ou uns de verniz no Verão, depois ainda há a questão do salto, dependendo da roupa, pode ser alto ou baixo. E como deduzi que já bastava, achei por bem encerrar o assunto.

Sim, como fazer um homem entender que com o vestido x só ficam bem os sapatos y, ou com a saia z aquelas botas de salto raso, ou com as calças w as outras botas, mas agora de salto alto ou com as calças k as sandálias muito altas? Não entendem, nem nós precisamos que entendam, este é daqueles assuntos que só a nós diz respeito. Assim como os homens não nos entendem, eu também não entendo, como é que eles se contentam com apenas um ou dois pares de sapatos, uns para trabalhar e outros para sair, vá na loucura, um terceiro par para para fins-de-semana.

Porque somos obcecadas por sapatos? É algo irresistível, parar à frente de uma montra cheiinha de sapatos, como ultrapassar tamanha tentação? É incrível, os sapatos da nossa vida estão sempre lá. Primeiro paro, olho, apaixono-me, namoro, penso nos que já tenho e quase não uso – não sabia? é isso que nós estamos a fazer à frente de uma montra com sapatos – entro, vou só experimentar, lindos, estive toda a vida à espera deles, são eles, os sapatos da minha vida, todo o meu armário os deseja, já agora também há em preto? E os outros encarnados? Estou indecisa, quero lá saber, levo os dois pares, já sei que se não levar, me vou arrepender.

Há sempre uma boa causa, uma roupa nova, uma festa, são os únicos que combinam com determinado vestido, nunca faltam motivos, mas não temos culpa, os sapatos estão ligados à nossa auto-estima, deixam-nos felizes, e são tantos os modelos e tantas as opções. Fazem questão de que haja sempre um modelo novo, aquela fivelinha, os daquele criador, o salto fino lindo – que até esquecemos que é muito alto, os pés vão reclamar e as capas vão ficar presas na fofinha da calçada portuguesa – juramos que será o último, eu sei, até depararmos com algo enlouquecedor de novo, resistimos, mas temos um pequeno problema de memória e pecamos de novo.

A juntar a tudo isto, os sapatos nunca nos traem, mesmo quando aqueles bichos filhos do demo que nos encolhem as roupas, as calorias, nos atacam todo o roupeiro, estejamos a dar umas facadas na dieta, a faltar ao ginásio, ou magras demais, a verdade é que eles nos ficam sempre bem e mantêm-se-nos fieis. E nós mulheres gostamos de coisas certas.

A obsessão das mulheres por sapatos é global e transversal e aproveitemos, porque ainda não foi catalogada como uma qualquer psicose ou desvio comportamental. Para nosso descanso, ainda é vista como uma doce loucura e que em nada prejudica os orçamentos familiares. A verdade é que o objecto da paixão feminina tem estado presente na história da humanidade desde seus primórdios e em algumas pinturas rupestres, já se vêem calçados confeccionados com peles de animais. As mulheres sempre construíram, e continuam a construir modas e mitos em torno de sapatos, apaixonando-se por sandálias e botas, saltos assassinos e ténis.

“Sapatos não trazem felicidade, mas fazem com que tenhamos muito mais hipóteses de alcança-la. Esse é um dos motivos pelos quais as revistas femininas estão sempre a ensinar o poder real de um bom par de sapatos. O par perfeito pode ser essencial para encontrar um grande amor, reconquistar o namorado perdido ou conseguir o emprego dos sonhos. Os sapatos são praticamente objectos mágicos, basta calça-los para que o estado de espírito mude imediatamente: podem fazer-nos sentir sexy’s, desportivas, despojadas, chiques e o que mais nos lembrarmos.

“Marilyn Monroe não resistiu e roubou uns sapatos com um salto altíssimo de um estúdio de Hollywood e baptizou-os convenientemente de “fuck me shoes”. Imelda Marcos, mulher do ditador filipino Ferdinando, não coleccionava 3 mil pares como a oposição alardeava “Apenas” 1.060. Audrey Hepburn era tão feliz e poderosa com seu 1,75m que preferia sapatos de salto raso. Não é que Salvatore Ferragamo inventou as sabrinas para ela? Carrie, de “Sex and the city”, implorou ao ladrão: “Pode levar a mala, o anel, o relógio, mas deixe os meus Manolo Blahnik!” (Paola Jacobbi em I Want Those Shoes)

Se “Sex and the city” teve algum mérito, este foi de certeza fazer com que as mulheres perdessem a vergonha de adorar sapatos para lá da conta e mostrou -nos que não é assim tão fútil. A televisão autorizou-nos a gostar de sapatos. E nós deixámos.

A vida em azul cueca

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Category : Nós aconselhamos

Há dias descobri que uma amiga minha dos tempos do Liceu Francês tinha um blog de grande sucesso chamado “A vida em azul cueca”. Fiquei logo curioso e fui ver. Encontrei um blog moderno, divertido, virado para a mulher actual.

Depois de muitos anos sem termos contacto, retomámos quando foi criado o site do Liceu. Esse site tem sido um sucesso desde que foi lançado em Junho de 2008, com cerca de 4.000 anciens élèves lá inscritos e muito activos.  A dita amiga, com um nome compridíssimo, foi rapidamente re-baptizada de MAC.

Descobri na MAC uma senhora elegante, sempre bem arranjada e com excelentes conhecimentos no que toca ao mundo do bem-estar fashionista. Não é de estranhar portanto que a MAC tenha criado um blog com dezenas de milhares de visitas mensais que se identificam com esses temas.

Convidámos então a MAC para fazer alguns posts no nosso blog e partilhar connosco o seu bem-estar.

Hoje vamos ter o seu primeiro post.

Muito obrigado MAC e Benvinda!

Olá Bem-Estar no XVII Aveiro Manz Fitness

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Category : Eventos

Este fim de semana de 27 e 28 de Novembro a Olá Bem-Estar esteve presente no XVII Aveiro Manz Fitness, que como o nome bem diz, é em Aveiro, cidade e região muito bonitas e hospitaleiras. Em todos os locais onde estivemos, hotel, restaurantes, etc fomos sempre tratados e recebidos por pessoas de uma simpatia e educação enormes. Muito obrigado Aveirenses!

Esteve muito frio, com temperaturas da ordem dos 5º. No entanto, o sol esteve presente, os dias foram muito bonitos, o ambiente geral foi quente e cheio de energia positiva com muita animação e diversão.

Conhecemos pessoas muito interessantes e establecemos boas relações. Centenas de pessoas provaram o Cellagon T.GO; todas ficaram surpreendidas com o já famoso imãn que ajuda a composição a manter-se bio-activa. No meio de muitas dezenas de expositores eramos a única empresa de produtos naturais 🙂

O cartão quântico Photonia Life Balancer também causou sensação com os seus poderes de equilíbrio energético e de ajuda aos atletas de competição.

Foi uma excelente experiência.

A repetir para o próximo ano.

Here Comes the Sun

Category : Música

Ao longo desta semana, desde que o Itunes lançou  os discos Beatles, o album mais vendido foi o Abbey Road e a musica mais vendida foi esta. Só dizer “Here Comes The Sun” leva-nos instantaneamente para a melodia que ouvimos já vezes sem conta e gostamos sempre. E o sol chega ao nosso dia e a alma fica quentinha. Que bom, especialmente num dia frio como hoje.

O Sol é sempre uma boa inspiração. Simplesmente, sem ele não seria possível a vida no nosso planeta, é a luz e a fonte de energia.

E mesmo que esteja escondido atrás das nuvens, é deixa-lo entrar na alma e aproveitar o calor e a luz…faz cá uma diferença!!!

O Bem-Estar é uma escolha, para ter tenho de querer. Eu quero!

(Clique em “Ler o artigo todo…” para ouvir a música)

Borboletas irrequietas

Category : Opinião

O filme “Sunscreen” é excepcional.

Já o vi imensas vezes e adoro de cada vez. Aprendo sempre alguma coisa. É um filme com mensagens que transmito aos meus filhos regularmente.

Há uma frase que sobresai sempre que o vejo:

“… faça alguma coisa que lhe meta medo todos os dias…”

Adoro!

Quando aquelas borboletas irrequietas aparecem na barriga, quando levo uma descarga de adrenalina, quando sei que o que está para acontecer ou que estou para fazer tanto pode ser a maior estupidez da minha vida ou ser um rasgo de génio… e normalmente não são nem um nem outro.

What a thrill, como dizem os americanos.

Always weare sunscreen

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Category : Bem-estar

Veja este pequeno filme. De vez em quando vai querer vê-lo outra vez.

Por Portugal

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Category : Informação

Recebi um email com este tema e estou de acordo.

Estima-se que se cada português consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.

Dê preferência aos produtos de fabrico Português. Se não sabe quais são, verifique no código de barras.
Todos os produtos produzidos em Portugal começam por 560

Divulgue!

Cumprir

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Category : Opinião

Na minha vida, nem sempre tudo foi fácil.

No entanto, sempre acreditei que tenho muita sorte e, como a Ana diz no seu post de estreia de que muito gostei, sempre agradeci o que tenho, o que sou, o que faço. Houve momentos em que agradeci menos e outros mais, mas mesmo nos momentos mais difíceis sempre pensei, “bolas! que sorte! podia ter sido pior” e parecia que o mundo estava a desabar à minha volta.

Há quem diga que sou um optimista por natureza. Talvez seja. Gosto de olhar para o copo quase cheio, mesmo que esteja a menos de meio.

Esta forma de fazer face à vida leva-me a um ponto que considero essêncial: as nossas obrigações. São variadíssimas, abrangem todas as áreas das nossas vidas e temos o dever de as cumprir. Quando dou a minha palavra e que digo que “sim” ou que “não” tenho que a cumprir, mesmo que não me apeteça. Quando assumo um compromisso financeiro tenho que o cumprir.

Não sou perfeito e já me aconteceu mais do que uma vez não cumprir ou mesmo mudar de ideias pura e simplesmente. No entanto, esforço-me por cumprir.

Hoje, um amigo meu cumpriu.

Gostei! Muito obrigado a ele.

Acredite e agradeça!

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Category : Acreditar

Deixo hoje aqui uma reflexão, que podemos tomar como um exercício a fazer diariamente. Vamos a isto!

Para todos nós e quando friso todos é mesmo todos sem excepção, a vida é composta de inúmeras vertentes que se traduzem em diferentíssimos estados que cada um encarna conforme quer. Todos temos alegrias todos temos tristezas e quem é que não tem a sua “dose” de problemas!? Tudo depende de como os dimensionamos.

Cada um dá-lhe a escala que quer…

Se eu quiser posso passar o dia a lamentar-me e a mal dizer, hei-de encontrar inúmeras razões para o fazer. Mas se eu quiser, também posso olhar o meu dia como uma bênção e a minha vida com enorme Gratidão, ainda que aparentemente não encontre razões para o fazer!

Mas posso fazê-lo porque quero que seja assim, porque acredito que pode ser, ou simplesmente é, assim.

Acredite que consegue, apenas tem de o querer; acredite que a sua vida é uma bênção, que cada obstáculo é um desafio que traz escondido qualquer coisa boa. E agradeça tudo, tudo mesmo: o tecto, o prato com comida, as pernas para andar, os olhos para ver…

Que bênção!

Parece bastante simples dizê-lo… e porque não tornar simples fazê-lo!?  Experimente todos os dias.

Faça a sua ESCOLHA.

Belo dia cinzento

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Category : Opinião

Normalmente, quando começa a chover, o humor geral das pessoas muda. Ficam mais tristonhas, mais pessimistas e até mesmo um pouco cinzentas.

Começam a ouvir-se comentários “que dia horrível”, “que tempo horroroso” e outros que tais. A certa altura são várias as pessoas a fazerem esses comentários. Juntam-se, formam grupos e vá de dizer mal do tempo. Costuma acabar por dizerem mal do governo e queixarem-se da vida em geral.

Eu tenho uma perspectiva diferente. Não é que goste especialmente de chuva ou de frio e de mau tempo. Nem é que aprecie. Agora quando começa a chover, com todas as implicações relacionadas tais como um aumento enorme de tráfego nas ruas e estradas, uma humidade que entra por todos os lados, a roupa lavada que não seca, também não começo logo a dizer “que dia miserável”.

Gosto muito de estar dentro de casa, quentinho e bem abrigado e observar pela janela uma valente carga de água a cair. Não sei explicar, mas gosto de ver e de ouvir. Parece-me até bonito. O céu a abrir-se e a despejar cá para baixo… Nesses dias, digo sempre “que belo dia de chuva!”, “que bela carga de água!”

Tento sempre ver o lado positivo das coisas e mesmo quando parece que vem tudo contra mim, sei que são apenas situações para me porem à prova e me fazerem apreciar melhor e agradecer tudo o que a vida tem de bom e de bonito. Deve ser por isso que também aprecio uma valente carga de água e um belo dia cinzento.

O bem-estar é uma escolha!